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Quando está a avaliar uma nova tecnologia agrícola, a primeira pergunta, muitas vezes do seu contabilista ou do seu banco, costuma ser a mesma: qual é o retorno do investimento?

É uma pergunta justa. Com a cerca virtual, também é a pergunta errada para começar.

Aqui, é difícil chegar a um único número de ROI, porque os benefícios são mais dinâmicos, mais interligados e mais específicos da sua exploração do que um cálculo de retorno convencional consegue abarcar. Isso pode parecer uma razão para esperar. Na verdade, é um sinal do quanto a tecnologia muda as coisas quando está no terreno.

O retorno é real, mas nem sempre onde o espera

A cerca virtual não é apenas uma versão de alta tecnologia da fita e das estacas. Muda a forma como gere os animais: mova o gado a partir do telemóvel, divida uma parcela sem cravar um poste, experimente o pastoreio rotativo ou regenerativo e reaja ao que está a acontecer na parcela no próprio dia, em vez de na semana seguinte.

Para muitos produtores eShepherd, o verdadeiro valor só se tornou evidente depois de começarem. As poupanças em mão de obra e materiais estavam lá, mas os retornos de que mais falam são os que não previram: melhor aproveitamento da pastagem, gado mais calmo e mais fácil de maneio, menos lesões e mais disponibilidade mental ao fim do dia.

É isso que uma linha tradicional de ROI deixa escapar. Não se trata apenas de dinheiro poupado. Trata-se de produzir com mais controlo.

Outra forma de olhar para o valor

Imagine um sistema que lhe poupa horas de trabalho manual, lhe mostra onde está o seu gado a qualquer momento, lhe dá um controlo mais fino sobre a forma como a pastagem é pastoreada e lhe permite gerir tudo isto a partir do telemóvel. A cerca virtual faz isso.

Mas como se põe preço a uma hora a mais com a família, ou à diferença entre sentir-se sobrecarregado e sentir que tem a época sob controlo? Como se atribui um valor a uma pegada ambiental mais leve, ou a um rebanho mais calmo, mais fácil de mudar e a ganhar peso de forma mais uniforme?

Os produtores dizem-nos que os benefícios que mais contam são muitas vezes os que uma folha de cálculo não consegue captar:

  • mais tempo, e mais disponibilidade mental, ao fim do dia
  • gado mais calmo, mais fácil de maneio e a ganhar peso de forma mais uniforme
  • melhor aproveitamento da pastagem que já tem
  • uma pegada ambiental mais leve

Por isso, sugerimos outro ponto de partida. Comece pela sua maior frustração, seja o tempo, a mão de obra, o uso da terra ou o desempenho dos animais, e encare a cerca virtual como uma ferramenta para a ir resolvendo. Comece em pequeno, teste e aprenda, e cresça a partir daí. Os retornos tendem a aparecer, e tendem a surpreender.

Tecnologia que cresce consigo

A cerca virtual surge cada vez mais ao lado de outras ferramentas: pesagem automática, monitorização de pastagens por satélite e no terreno, e dados da exploração finalmente reunidos num só lugar. Os complementos Pasture e Vision Weigh da própria eShepherd assentam nessa ideia. Estas ferramentas valem mais juntas do que separadas, porque cada uma completa parte do quadro.

Também aqui, o valor total revela-se com o tempo. Os dados de ganho de peso em tempo real dizem-lhe quando mudar os animais. Os dados de pastagem revelam potencial em terrenos que tinha dado como perdidos. E as próximas ferramentas pretendem fazer a interpretação por si, para que tenha um próximo passo claro em vez de mais um painel para analisar.

Mudar a pergunta

O facto de não conseguir calcular por completo o valor da cerca virtual à partida não é uma falha da tecnologia. Reflete uma verdade sobre a agricultura: cada exploração é diferente, e as peças interagem de formas que uma previsão não consegue captar.

Por isso, em vez de tentar contabilizar cada cêntimo antes de decidir, vale a pena ver a cerca virtual pelo que ela é: uma oportunidade para encontrar novas eficiências, experimentar ideias que as cercas fixas impediam e recuperar tempo e disponibilidade mental para o trabalho que mais importa.

E na Austrália, na Nova Zelândia e nos Estados Unidos, o padrão é consistente. Quando os produtores começam a usá-la, o valor fala por si.

Por isso, vamos mudar a conversa: de “qual é o ROI?” para “o que é possível?”

Por onde começar

Escolha a pergunta a que quer mesmo responder: